29 de janeiro de 2015

Lipoaspiração


Lipoaspiração
A lipoaspiração é uma das intervenções cirúrgicas mais procuradas por quem tem excesso de gordura localizada. Não é um tratamento contra obesidade e não substitui a necessidade de uma alimentação saudável ou a prática de exercícios, mas consegue de maneira eficaz um remodelamento corporal.

O procedimento utiliza cânulas de sucção que aspiram o excesso de gordura da hipoderme (camada adiposa, onde se encontra o estoque de gordura). Essa técnica tem a função de redefinir os contornos corporais, eliminando o excesso de gordura localizada em certas regiões e melhorando a silhueta. As áreas mais comuns de tratamento são abdômen, cintura, quadril, pernas, coxas e braços.

Como cuidar da pele do corpo após a lipoaspiração
Além dos cuidados clínicos recomendados pelo cirurgião como repouso, uso de cinta modeladora, alimentação leve e saudável e a pausa na pratica de atividades físicas por certo período, a pele merece também uma série de cuidados no pós-operatório.

A drenagem linfática e o cuidado com as cicatrizes são essenciais para se conseguir resultados seguros e duradouros. Durante os primeiros meses, podem aparecer problemas na cicatrização, inchaços, retenção de líquido, infecções, manchas ou fibroses, dentre outras complicações.

Seguir corretamente as recomendações do seu cirurgião é a melhor maneira de prevenir futuros aborrecimentos. O dermatologista poderá auxiliar tanto na cicatrização quanto na potencialização dos resultados. Se possível, também é recomendado ter auxílio de um nutricionista para rever a alimentação ou iniciar uma reeducação alimentar.

Cuidados na Cicatrização

Cremes para acelerar a cicatrização da pele podem ser recomendados, bem como terapias que evitam certos tipos de cicatrizes exageradas, como é o caso das pessoas propensas a desenvolver quelóides e cicatrizes hipertróficas. Neste caso são recomendadas sessões de betaterapia e injeções de corticosteróides para conter o crescimento exagerado de fibras de colágeno, o material de reparo nos processos de cicatrização. O uso de placas de silicone em gel ou malhas de compressão pode ser indicado. Em processos normais, podem ser indicadas também terapias que utilizam luz, calor e ondas eletromagnéticas para estimular a produção de colágeno

Infecções
As infecções são condições que podem surgir no processo de cicatrização e recuperação da pele, mas podem ser evitadas se o sistema imunológico estiver reforçado. As infecções apresentam sinais e sintomas como: calor local, edema, vermelhidão, saída de líquido turvo e amarelado. Pode ser acompanhado de febre ou não, dependendo do estágio que a infecção se encontre. Ao notar essas condições, entre em contato com um médico imediatamente.
Para evitar manchas, evite a exposição solar no pós-operatório. Se exposto ao sol, os hematomas podem manchar a pele, portanto, cobrir a região e usar sempre protetor solar de alto fator de proteção pode minimizar as chances. Use protetor solar com proteção UVA e UVB e reaplique a cada três horas.
Edema e fibrose
Para evitar a retenção de líquidos e fibrose, a drenagem linfática é essencial. A técnica reduz o inchaço, elimina toxinas e reduz as ondulações típicas nas fibroses. Pode ser aliado a sessões de ultrassom, endermoterapia, radiofrequência, dentre outros tratamentos que auxiliarão numa recuperação saudável.
Dra Rafaela Salvato, Dermatologista em Florianópolis SC - Lipoaspiração

Lifting

A pele do rosto e o lifting cirúrgico facial

Sinais de envelhecimento como vincos profundos e flacidez sob o queixo ou a mandíbula são algumas das indicações para a realização do lifting cirúrgico facial. A cirurgia estética da face - ou ritidoplastia – é um procedimento em que é realizado um descolamento da pele do rosto juntamente com o reposicionamento e a retirada do excesso de pele do local. É indicado principalmente para pessoas com essas características inestéticas e quando outros tratamentos menos invasivos não conseguem recuperar a firmeza cutânea.

A durabilidade do procedimento cirúrgico é estimada em cerca de 10 anos. Contudo, para que a pele restante após a cirurgia fique livre de manchas e permaneça com viço e textura, manutenções esporádicas com outros tratamentos estéticos, realizados por um dermatologista, podem ajudar a manter os resultados do lifting por muito mais tempo.

O lifting facial tem a função reparadora e não previne o envelhecimento. Outras técnicas podem ser utilizadas para restaurar a pele, como luz intensa pulsada, radiofrequência, lasers, peelings, skinboosters dentre outros ótimos tratamentos que garantem resultados eficazes em pouco tempo e menos invasivos, colaborando para aumentar a recuperação da firmeza, da elasticidade e da vitalidade da pele.
Tratamentos dermatológicos para a manutenção do lifting cirúrgico

Luz Intensa Pulsada
A luz emitida atinge as camadas mais profundas da pele, estimulando a produção de colágeno e elastina, o que melhora a sustentação, firmeza e elasticidade da pele. É um tratamento pouco invasivo, em que a pessoa pode retornar imediatamente às suas atividades habituais, sem vermelhidão ou descamação da pele. São aconselháveis algumas sessões mensais para atingir melhores resultados.

Radiofrequência
A corrente de alta frequência emitida pela radiofrequência gera ondas de calor que atingem as camadas mais profundas da pele, melhorando a oxigenação através da vasodilatação e também a nutrição dos tecidos. É um procedimento indolor, sem necessidade de repouso. São indicadas sessões quinzenais ou mensais, de acordo com cada caso.

Preenchimento com ácido hialurônico
Mesmo após o lifting cirúrgico, algumas rugas finas e sulcos podem permanecer e ainda causar incômodo. Áreas como os sulcos ao redor da boca ou entre as sobrancelhas (a “glabela”) podem ser tratadas com o ácido hialurônico para melhorar ainda mais o rejuvenescimento.

Toxina botulínica
A toxina pode ser utilizada também como um coadjuvante para potencializar os efeitos do lifting cirúrgico e prolongar seus resultados, pois a paralisação muscular também previne o aparecimento de rugas futuras. As áreas mais comumente tratadas são a testa, a glabela, ao redor dos olhos e o pescoço.

Laser de CO2 ou de Erbium Fracionado
O laser fracionado é uma técnica muito procurada após o lifting cirúrgico, pois a pele que ficou costuma estar opaca, sem viço e com manchas. O laser promove uma regeneração celular e uma troca das camadas superficiais e médias da pele. O procedimento requer alguns dias de repouso, pois para que seja eficaz, o laser promove vermelhidão e edema na face, seguidos de descamação por cerca de 5 a 7 dias.

Cremes Dermatológicos
Alguns cremes dermatológicos podem ser prescritos para acelerar a cicatrização e a hidratação da região, bem como para conter efeitos adversos que possam ocorrer após a cirurgia, como coceira e o ardor. Além disso, cremes para a manutenção do tratamento, principalmente os ricos em ingredientes nutritivos, antioxidantes e firmadores são essenciais para garantir melhores resultados tanto do lifting quanto dos tratamentos dermatológicos.

Dra Rafaela Salvato, dermatologista para Florianópolis SC - lifting

Próteses mamárias de silicone

Próteses Mamárias de Silicone

Como tratar das estrias após a colocação de próteses ou implantes de silicone
Seios mais volumosos, firmes, com formato e textura delicada fazem cada vez mais parte dos sonhos das mulheres. Existem diferentes motivos para a colocação de próteses mamárias, como desejo apenas estético de aumento do volume dos seios ou mulheres submetidas à retirada das glândulas mamárias por razões oncológicas. Graças aos avanços da estética e da tecnologia hoje é possível conseguir resultados naturais com cicatrizes discretas.
A cicatrização das incisões pode se estender por até seis meses. Os cuidados no pós-operatório devem ser seguidos conforme a orientação do cirurgião plástico para garantir uma recuperação mais rápida com cicatrizes delicadas. Algumas orientações comuns são repouso, limitações quanto a exercícios e cuidados para evitar o rompimento e o deslocamento do silicone nos primeiros meses.
A paciente também pode ter acompanhamento com um dermatologista que cuidará para que a pele não sofra danos durante o período de cicatrização. Dentre as alterações mais temidas, podemos citar o surgimento de estrias e a cicatrização hipertrófica ou o aparecimento de quelóides.

Como tratar as estrias após a colocação do silicone?
Com o aumento de volume nos seios, a pele pode perder elasticidade e ceder, causando estrias indesejadas. As estrias que surgem logo após a colocação das próteses de silicone, se forem tratadas precocemente, costumam ter ótimos resultados estéticos.
As estrias são lesões causadas pelo rompimento da fibra dérmica devido ao estiramento excessivo da região. Quando são novas, tem a aparência avermelhada, podendo ser isoladas ou em grupos maiores em certas regiões. As estrias maduras e já cicatrizadas tem a coloração esbranquiçada e apresentam ao toque uma leve depressão.
Os tratamentos mais utilizados no tratamento das estrias recentes são os ácidos retinóicos ou os alfa-hidróxiácidos (conhecidos como AHAs). Suas formulações podem ser prescritas pelo dermatologista para uso em casa ou em forma de peelings de aplicação no consultório médico. Outra alternativa muito utilizada são as sessões de luz intensa pulsada.
Para as estrias esbranquiçadas, o método considerado mais eficaz atualmente é a aplicação dos lasers fracionados, que podem ser de CO2 ou de Erbium. A renovação celular da pele após a aplicação do laser promove uma reorganização das fibras de colágeno, tornando as estrias menos perceptíveis e mais homogêneas com a coloração da pele.

 
Para prevenir as estrias
Água: A água é a melhor fonte de hidratação natural e deve ser consumida diariamente numa quantidade superior a 2 litros por pessoa. A água é muito importante para a pele, pois hidrata e é responsável pelo transporte de nutrientes para as células.
Cremes: Os cremes para os seios com função firmadora são ótimos para mantê-los hidratados e com textura mais macia, auxiliando na prevenção das estrias por aumentar a elasticidade da pele. Uma ótima indicação são os cremes a base de ácido hialurônico e vitaminas que vão garantir uma hidratação maior do que os cremes comuns. Aplique sempre após o banho para a pele melhor absorver os ingredientes ativos do creme prescrito.
Óleos: óleos de rosa mosqueta, semente de uva e girassol, dentre outros, também agem de maneira eficaz na preservação da integridade da pele, aumentando sua elasticidade e diminuindo os riscos de estrias. Os óleos devem ser aplicados cerca de duas vezes ao dia, de forma generosa e em toda a área da mama por seis meses após o procedimento cirúrgico.
Dra. Rafaela Salvato, dermatologista em Florianópolis - Proteses mamárias de silicone

Cirurgia redutora de mamas – a mamoplastia




Cirurgia Redutora de Mamas – a Mamoplastia
 
Como cuidar da pele e das cicatrizes no pós-operatório
A mamoplastia redutora é uma das cirurgias plásticas mais procuradas nos últimos anos. Atende mulheres que não estão satisfeitas com os seios volumosos por motivos diversos, como dores na coluna, seios flácidos e assimétricos ou perda excessiva de peso, dentre outros.
As técnicas de cirurgia plástica utilizadas podem variar de acordo com a necessidade de cada paciente, mas as cicatrizes ainda costumam representar um problema e preocupação. Mesmo com todo o cuidado médico e suturas bem feitas, o pós-operatório é muito importante para definir a qualidade da cicatriz. Seguir as orientações médicas e ter acompanhamento de um dermatologista pode melhorar a cicatrização e a recuperação da pele, além de resolver o problema de cicatrizes escuras, com relevo, deprimidas, distendidas ou com aparência marcante.

Preparando a pele para a cirurgia
O medo de desenvolver cicatrizes desagradáveis ou aparentes não pode ser maior do que os cuidados que deverá ter após a cirurgia. Mesmo antes, pode-se iniciar o uso de dermocosméticos de uso tópico ou oral que contenham silício e zinco, substâncias que melhoram a circulação e facilitam a cicatrização.
Pacientes com predisposição a desenvolver quelóides ou cicatrizes hipertróficas devem ter cuidados redobrados, recorrendo imediatamente a terapias para conter a produção exagerada de material de reparo, o colágeno. Existem tratamentos dermatológicos tópicos e injetáveis que podem auxiliar nesse processo.
A drenagem linfática é tão importante antes quanto após a cirurgia. Antes ela prepara o organismo para a cirurgia, eliminando toxinas e ativando a circulação, o que favorece a nutrição dos tecidos. Após a cirurgia estimula o sistema circulatório e a microcirculação local, contribuindo para uma melhor nutrição cutânea, eliminando as toxinas e drenando o excesso de líquidos, comum em cirurgias com grande deslocamento de pele. As massagens também melhoram a resposta do sistema imunitário, o que previne inflamações e infecções no pós-operatório.
 
Como tratar cicatrizes após uma mamoplastia?

Em fase de cicatrização
- Previamente faça uma boa recuperação seguindo as recomendações médicas quanto ao repouso, as limitações de movimento e a proteção dos seios. Esses cuidados evitarão que os pontos abram e infeccionem.
- Durante a cicatrização, terapias como a betaterapia logo após a cirurgia são ótimas para acelerar o processo de cicatrização e prevenir cicatrizes hipertróficas ou quelóides. Como não há como prever o aparecimento desses tipos de cicatrizes, a betaterapia pode ser recomendada até mesmo para os pacientes  sem história prévia de formação.
- O uso de malhas compressoras ou placas de silicone em gel também é indicado na prevenção.
- O uso tópico ou injetável de corticosteróides para inibir a proliferação de colágeno também é uma opção ao tratamento preventivo.
- Aplicar protetor solar diariamente é essencial para proteger a região e prevenir manchas.

Corrigindo cicatrizes já formadas
Cicatrizes já estabelecidas e com o processo de formação concluído ( 6 meses após a cirurgia) podem ficar escuras, largas, deprimidas ou com relevo, como é o caso das cicatrizes hipertróficas e dos quelóides. Contudo, elas podem ser corrigidas e tratadas com diversos tratamentos dermatológicos. Os mais comuns são o uso do laser de CO2 ou de Erbium fracionado, peelings químicos, luz intensa pulsada, dermoabrasão e preenchimentos cutâneos.
Pode haver a necessidade de uma intervenção cirúrgica para remodelamento da cicatriz. São raros os casos em que isso é indicado, pois há uma grande chance de formação de um novo quelóide no local.

Dra. Rafaela Salvato, dermatologista em Florianópolis SC -  Cirurgia redutora de mamas – a mamoplastia
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...